21.1.17

Nas melhores famílias

Sobre as tensões familiares
"A existência de sentimentos hostis ou competitivos não impede a presença, concomitante, de admiração, amor e de todos se sentirem acolhidos. Temos que nos familiarizar com a ambivalência: presença de sentimentos antagônicos em relação a uma mesma pessoa; no seio familiar é a regra."

Sobre o efeito de ações na intimidade
“Ninguém tem o direito de exigir nada de ninguém, muito menos dos mais íntimos. Temos o direito e mesmo o dever de informá-los sobre os desdobramentos de seus atos: ‘quando você age dessa ou daquela maneira, isso provoca em mim tantas e tais sensações e emoções’. Se o outro quiser nos agradar certamente tenderá a evitar as condutas que nos entristecem. Se não for esse o caso, cabe a nós decidir se aceitamos ou não o convívio com essa pessoa.”

Sobre pessoas com "gênio forte"
"O primeiro sinal de força de um ser humano reside na humildade de saber que não tem controle sobre as coisas que lhe são mais essenciais. Sim, porque este indivíduo aceitou a verdade. E isso não é coisa fácil de fazer, especialmente quando a verdade nos deixa impotentes e vulneráveis.
As pessoas que não toleram frustrações, dores e contrariedades são as fracas e não as fortes. Fazem muito barulho, gritam, fazem escândalos e ameaçam bater. São barulhentos e não fortes – estas duas palavras não são sinônimos!"

Flávio Gikovate

... e
DIFERENÇAS, RESSENTIMENTOS, DIFICULDADES, COBRANÇAS...

Mas...

"A existência de sentimentos hostis ou competitivos não impede a presença, 
concomitante, 
de admiração, amor e de todos se sentirem acolhidos."

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Chita!


Cor, energia, alegria!

Para relaxar

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Em casa temos lugares específicos para dormir, assistir TV, cozinhar, tomar banho...
Por que não ter um cantinho da preguiça?
Já tive um assim: quando o Dude (meu filho mais velho) era neném eu tinha uma salinha com um colchão, muitas almofadas e uma rede. Depois, precisei transformar essa sala em um quarto e engavetei a ideia.
Agora voltei a pensar nisso e encontrei muitas ideias inspiradoras, para serem postas em prática.

2017 no nosso Galpão

Nem só de passeios se fez essa primeira quinzena de janeiro.
Foram dias de muito calor e muitas chuvas, que deixaram o campo verdinho, com muito pasto, para o gado. Tomara que o verão continue assim!
Com tanto calor, o melhor lugar de se ficar é a nossa varandinha, porque a cortina não deixa o sol entrar mas "areja um vento bom", como na música da Marisa Monte. Agora ela está enfeitada com a casinha de passarinho, que ganhei do Pedro, tão linda! E, também, com as minhas garrafas, que viraram castiçais! (Porque sou romântica ou porque falta luz, cada vez que chove? kkkkk!) É que adoro velas e as garrafas trazem lembranças de bons momentos...
Continuo fotografando minhas coisas antigas/velhinhas, que eu adoro: a bandeja, o tarro de leite, um pedaço de geladeira velha, alouçada... 
E nossos finais de tarde continuam especiais. Porque ver o sol se por, ouvindo música, batendo papo e tomando uma cerveja beeem gelada, não tem preço.
Mas claro, há muito trabalho, todo dia! Agora que o Ricardo não precisa trabalhar na cidade todas as manhãs, tem mais tempo, mas está sempre achando que não é suficiente, para tudo o que precisa fazer!
Os dias seriam perfeitos, se eu não sentisse tanta falta de ver o Henrique e a Elisa crescerem... Só de olhar o coração de cerâmica que ele fez para mim, meu coração transborda! É muito amor, muita saudade! E muita estrada, para lá e para cá!


“Sem saltos de imaginação, ou sonhos, nós perdemos a excitação das possibilidades. 
Sonhar, afinal de contas, é uma forma de planejar.”

 Gloria Steinem


Campereada 
04/01/2017


20.1.17

Juliano Javoski, Narinha e "La Casa del Chamamé"

Visitamos nossos amigos queridos e conhecemos sua morada, na cidade de Butiá, RS. 
É uma casa com "alma" - e alma de artista. Bonita, acolhedora, especial...
Como podem ver nas fotos, há muitos recantos e muita plantas, revelando o cuidado e o bom gosto da dona da casa. Admiramos muitas flores, muitos caminhos e chegamos a um lugar especial: "La Casa del Chamamé". Um lugar para receber amigos, partilhar música boa, viver bons momentos.
O Juliano, prosa boa, conhecimento, talento..
A Narinha: pura gentileza e sensibilidade! A musa do poeta, bonita por dentro e por fora. Ela cuida de cada cantinho da casa. Espalha energia, vitalidade, alegria!
Ganhei de presente uma bandeja cheinha de temperos e de carinho. E me despedi com a certeza de um próximo encontro, muito em breve!

Rainha do Mar

Como não passamos o reveillon com a família do Ricardo, ficamos "devendo" visita. Só conseguimos ir no dia 11, mas pudemos ficar alguns dias, e foi muito bom.
Praia tranquila, anfitriões queridos e gentis, bom papo, comidinhas deliciosas, passeios, dias de sol e, mais do que tudo, a presença do Miguel tornaram esses dias maravilhosos!


10.1.17

Né?

"Nos movemos mais pelo que nos falta do que pelo que possuímos!"

Rubem Alves


9.1.17

Alguns pensamentos de Zygmunt Bauman

Sobre identidade e redes sociais
“A diferença entre a comunidade e a rede é que você pertence à comunidade, mas a rede pertence a você. É possível adicionar e deletar amigos, e controlar as pessoas com quem você se relaciona. Isso faz com que os indivíduos se sintam um pouco melhor, porque a solidão é a grande ameaça nesses tempos individualistas. Mas, nas redes, é tão fácil adicionar e deletar amigos que as habilidades sociais não são necessárias. Elas são desenvolvidas na rua, ou no trabalho, ao encontrar gente com quem se precisa ter uma interação razoável. Aí você tem que enfrentar as dificuldades, se envolver em um diálogo [...] 
As redes sociais não ensinam a dialogar porque é muito fácil evitar a controvérsia… Muita gente as usa não para unir, não para ampliar seus horizontes, mas ao contrário, para se fechar no que eu chamo de zonas de conforto, onde o único som que escutam é o eco de suas próprias vozes, onde o único que veem são os reflexos de suas próprias caras. As redes são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.” Trecho extraído de entrevista ao El País.


Sobre consumo e poder de escolha
“Numa sociedade sinóptica de viciados em comprar/assistir, os pobres não podem desviar os olhos; não há mais para onde olhar. Quanto maior a liberdade na tela e quanto mais sedutoras as tentações que emanam das vitrines, e mais profundo o sentido da realidade empobrecida, tanto mais irresistível se torna o desejo de experimentar, ainda que por um momento fugaz, o êxtase da escolha. Quanto mais escolha parecem ter os ricos, tanto mais a vida sem escolha parece insuportável para nós.” Trecho extraído do livro Modernidade Líquida.


Sobre o sofrimento mediado pelo consumo
“Algum tipo de sofrimento é um efeito colateral da vida numa sociedade de consumo. Numa sociedade assim, os caminhos são muitos e dispersos, mas todos eles levam às lojas. Qualquer busca existencial, e principalmente a busca da dignidade, da autoestima e da felicidade, exige a mediação do mercado.” Trecho extraído do livro Vida Líquida.


Sobre redes sociais e privacidade
“Os adolescentes equipados com confessionários eletrônicos portáteis são apenas aprendizes treinando e treinados na arte de viver numa sociedade confessional – uma sociedade notória por eliminar a fronteira que antes separava o privado e o público, por transformar o ato de expor publicamente o privado numa virtude e num dever público (…)” Trecho extraído do livro Modernidade Líquida.


Sobre globalização e uma humanidade interligada
“Nós somos responsáveis pelo outro, estando atento a isto ou não, desejando ou não, torcendo positivamente ou indo contra, pela simples razão de que, em nosso mundo globalizado, tudo o que fazemos (ou deixamos de fazer) tem impacto na vida de todo mundo e tudo o que as pessoas fazem (ou se privam de fazer) acaba afetando nossas vidas.” Trecho extraído do livro Modernidade Líquida.


 Sobre a pós-modernidade globalizada
“Na hierarquia herdada dos valores reconhecidos, a ‘síndrome consumista’ destronou a duração, promoveu a transitoriedade e colocou o valor da novidade acima do valor da permanência.” Trecho extraído do livro Vida Líquida.


Sobre relacionamentos em um mundo individualista
"Em nosso mundo de furiosa individualização, os relacionamentos são bençãos ambíguas. Oscilam entre o sonho e o pesadelo, e não há como determinar quando um se transforma no outro. Na maior parte do tempo, esses dois avatares coabitam - embora em diferentes níveis de consciência. No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência." Trecho extraído do livro Amor Líquido.



Colagens em gravuras do Google.

7.1.17

GETECO Lavras do Sul

 Rita, Ladi, Elisa, eu, Zenaide e Rodolfo.


Ex colegas do Curso de Contabilidade.
Presença de alguns para programar um encontro de todos! 

4.1.17

Levezas


Do Facebook.

Arte, para inspirar





          "Amor, 
          amar só se aprende com o tempo. 
          O tempo de transformar, refazer, compreender e, acima de tudo, aceitar. 
          Aceitar, de fato, não é conformar-se. 
          É confirmar-se na sabedoria de que, aceitando, podemos fazer diferente."


*Evelyn Pestana

Não esqueça


Cada vez mais esta frase faz sentido, para mim.
Não adianta clamarmos por paz, honestidade, gentileza, respeito, se não colocarmos tudo isso em prática na nossa vida, na nossa intimidade.
Menos discurso, mais prática, e o mundo começa a mudar...

Cuidados



Selecionei algumas fotos, no Pinterest, sem saber bem o motivo. Simplesmente porque achei bonitas, agradáveis de se olhar. Então me dei conta que me identifico com elas: gosto de variar as toalhas, na mesa, enfeitar tudo com flores, encher a casa de almofadas, arrumar a mesa com cuidado. Mesmo que minhas toalhas sejam velhinhas, as flores, do campo, a louça simples. Não importa. Vale pelo acolhimento, pelo aconchego, pelo bem-estar. Recomendo. Faz todo a diferença, no nosso cotidiano. Muda o clima. Faz bem para a alma.
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