29.11.12

"Baú da Francisca"

Moda, arte, gastronomia, estilo, cultura, música, criatividade...
Esta é a proposta das organizadoras desse evento, que tem sido um grande sucesso, em Pelotas.
Dessa vez, foi na Charqueada São João.

Antiga charqueada - cenário de filmes e séries de TV. 
Localizada na margem do Arroio Pelotas. Muito lindo!
Graça e Serafim! Adoro!
Arte do Madu Lopes
Me encantam, os detalhes...
Sou muito fã! Ainda vou ter uma obra dele...
Cerâmica. Quero muito fazer um curso.
Chimarrão, em ótima companhia.
Carinho explícito.
Vista do restaurante.
Brindando e desejando muitos momentos como esse!
Graça, amiga querida. Se tornou indispensável.
Graça e Madu. Absolutamente charmosos.
Trio! (Posando com o quadro que a Graça comprou.)
Serafim. Um querido!
A luz do final da tarde...
Foto-para-brincar: onde vou tem um global! Desta vez,Guilherme Weber.

Do fundo do meu coração

Vou cortar os pulsos!!
(Ou tomar um pileque...)


26.11.12

♪ ♫ "Vem chegando o verão..."



Encerrando Ciclos

Texto que já li muitas vezes e, cada vez mais, faz sentido.
Um aprendizado difícil, mas necessário.


Gustav Klimt

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é."


(Não sei quem é o autor.)

O tempo


"Acredito que existe um lugar para mim, assim como existe lugar para todo mundo. 
Acredito no tempo. 
O tempo é nosso amigo, nosso aliado, não o inimigo que traz as rugas e a morte.
O tempo é que mostra o que realmente valeu a pena, o tempo nos ensina a esperar,
o tempo apaga o efêmero e acaba com a dúvida."

Caio Fernando Abreu





Eu tento, quando amo




Do Facebook.

24.11.12

Rir é o melhor remédio!

No Bar do Beto, Porto Alegre.

Precisei ir a PoA, e encontrei com a Ana Maria! Bom demais!
Saímos para um chope e um jantar "leve" (acabamos escolhendo feijão mexido e carreteiro de charque!) e aproveitamos para por a conversa em dia.
Acontece que aprendemos a rir das nossas desventuras e, naquela noite, tudo parecia mais engraçado, ainda.

Nesta foto, nosso jantar, delicioso, o "cabelão" da Ana Maria e o brinco lindo, que ganhei de presente!
Ah! E a prova de que só comi alface!! É só olhar o que tem no meu prato.
Para arrematar a noite, sentou, na mesa ao lado, o ator Ricardo Machi, que é muuuito bonito! Mas quem diz que lembrávamos o nome dele?
Mais risadas! 
Não tem explicação! Mas é uma delícia!

Euzinha, tentando fotografar o artista global, sem dar na vista,
enquanto a Ana Maria gargalhava! Adolescência é fogo!
A Ana descreveu nossa noite assim, no Face:

"Jantarzinho dos melhores ontem com Ana Lúcia Bulcão Teixeira. A diversão ficou por conta do global Ricardo Machi, sentado na mesa ao lado, pois a memória nos traiu e não lembrávamos o nome da criatura. Pedimos ajuda aos universitários no "campi" Pelotas, mas a Lídia, filha da Ana, nem sabia quem era...(acho que ela era criancinha quando ele fez novela rsrsrs). 
Enfim rimos muito, falamos até cansar, sempre emendando assuntos, coisa pra maluco, mas nos entendemos. Adorei"

"A vida é bem assim, ora aperta, ora afrouxa, e sempre será. Viver pede leveza para caminhar sem grandiosas ilusões e expectativas impossíveis. 
E rir muito, do ridículo, do engraçado e, principalmente, de si mesmo. Cultivar a amizade e celebrar à Vida, Ana Lúcia Bulcão Teixeira e eu sabemos fazer muito bem. Né, Ana?"

Yesssssssssssssssss!!

22.11.12

Na Lagoa



Ele pousou. E posou.

"Amar é ter um pássaro pousado no dedo. 
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar”

Rubem Alves 

21.11.12

Proteção

Hoje eu estava num momento de expectativa e o tempo não passava...
Num impulso, liguei o som e começou a tocar um CD que a Kika tinha deixado lá.
A música mexeu comigo...
Sensação/intuição de que as coisas acontecem num ritmo próprio, em que não conseguimos interferir ou, sequer, adivinhar.



Mamãe Oxum - Zeca Baleiro


*** Oxum ***

21 de novembro


Meu irmão estaria de aniversário, hoje...
Ele continua presente, todos os dias.

18.11.12

Divã Literário

Feira do Livro de Pelotas


Penúltimo dia da Feira do Livro.
Tarde ensolarada, temperatura agradável, companhia da Lídia, Praça Coronel Pedro Osório, muitas pessoas aproveitando "o clima" e o lugar... 
Fomos assistir ao bate-papo de Xico Sá, Paulo Scott e Fabrício Carpinejar, na Tenda Cultural e adoramos! Três talentos, cada um no seu estilo, mas igualmente inteligentes, com um senso de humor apurado e absolutamente encantadores!





O que vestir?

O que por na mala?
O que usar, hoje de noite?
O que comprar, sem ir à falência?

Sempre me pego cheia de dúvidas. Definitivamente não sei "andar na moda", acabo me vestindo sempre do mesmo jeito, porque quero estar confortável e pronto.

Outro dia, lendo o blog da Mariana (outra Guria de Lavras), me deparo com este texto delicioso, onde ela dá dicas à sua filha Rafaela - ou "Cachinhos Dourados". Transcrevi, aqui:

"Para Cachinhos Dourados
agosto 30, 2012 

Quando me propus a escrever a seção Para Cachinhos Dourados no blog, o fiz com a ideia de conversar contigo, Rafaela, inclusive, entre outras coisas, na forma de conselho. Bom, vai começar o blá blá blá.

Quando eu era pequena, achava quase todas as roupas desconfortáveis, gostava de abrigo – nunca calça jeans – camiseta, moleton e tênis, a joelheira praticamente fazia parte da minha anatomia. Os tecidos mudaram, a moda e as crianças mudaram também. O jeans virou elastic e isso é demais! Por todo o apelo e por todas as opções que existem, eu sou a maior fã de uniforme na escola. Não tem discussão. Mas e quando não tem escola? O que a boneca vai vestir?

O que eu espero não ter mudado para ti nem para as outras crianças é o ser criança – com a segurança e a espontaneidade de vestir qualquer coisa e ir brincar, sem cor, sem dor. Gostar de moda, não acho demérito, muito menos futilidade, é a expressão do estado de espírito, do bonito, do diferente, da criatividade, enfim, nada de menos, nada de mais também. Porém, essa estética não é o que as pessoas são. Assim como a cor da parede da casa não ataca a chuva, nem a discórdia, não segura um quadro, nem assegura a paz. As tuas roupas, maquiagens, perfumes e sapatos, minha filha, são coisas bonitas, alegres, faz com que as pessoas te olhem, te elogiem e isso faz bem. Por essa razão, não vou dizer que não dê importância a isso, apenas que dê a devida importância.

 A equação é assim: brincar = estar confortável > se embonecar  
E se ainda restar dúvida: Veste qualquer coisa e chuta a bola, boneca!"
É perfeito! É assim que tem que ser!
Não deixar de dar importância, mas não se importar além da conta! Eis a fórmula!

Variados estilos:


Olívia Palermo - socialite americana.


(Gudrun Sjoden - designer sueca:
"Eu gosto da sensação de aconchego e de se vestir como quiser.
Eu sempre amei camadas e vestidos sobre calças..."

Outra leitura valiosa:
Dicas para ter um estilo inquestionável, da Cris Guerra.

Kike




Não existe coisa mais gostosinha. E mais linda. E mais amada.
Ele adora fazer bagunça na cama da AnAvó!

Grupo "Pelo Telefone"

 No "Liberdade", Pelotas


Muito bom quando a Graça e o Serafim me convidam para desvendar a noite de Pelotas!
Tenho, beeem escondida, uma alma boêmia que adora sair por aí! :)

10.11.12

"A traição ao amor"




"Relacionamentos adultos saudáveis baseiam-se em liberdade e igualdade.

Liberdade denota o direito de expressar livremente os próprios desejos e necessidades; igualdade significa que cada pessoa está no relacionamento por si mesma, e não para servir ao outro. Se a pessoa não consegue falar abertamente, não é livre; se tem de servir a uma outra, não é igual. 

Mas muitas pessoas não sentem que tenham esses direitos. Quando crianças, foram recriminadas por exigir a satisfação de seus desejos e necessidades; foram rotuladas de egoístas e insensíveis. E foram levadas a sentir-se culpadas por colocar seus desejos acima daqueles dos pais.

Quase todos os relacionamentos começam com indivíduos sendo atraídos um ao outro por sentimentos positivos e prazer. Infelizmente, é raro que essas coisas continuem a crescer e aprofundar-se com o passar dos anos. 

O prazer desaparece, os sentimentos positivos tornam-se negativos e o ressentimento aumenta porque, sem o sentimento de ser livre e igual, o indivíduo sente-se insatisfeito e aprisionado. A raiva reprimida é atuada de uma forma ou de outra - seja psicológica ou fisicamente - e o relacionamento está falido. 

Nesse ponto, o casal pode romper ou procurar aconselhamento num esforço para resgatar os bons sentimentos que um dia tiveram um pelo outro. Não tenho visto muitos casos em que o aconselhamento seja eficaz. A maioria dos profissionais tem como objetivo ajudar os indivíduos a compreender um ao outro e fazer um esforço maior para ficaram bem juntos, mas na realidade isso apóia a atitude neurótica de empenhar-se. 

Nenhum empenho torna alguém mais amoroso ou digno de amor. Nenhum empenho produz prazer ou alegria. O amor é uma qualidade de ser - de ser aberto - e não de fazer. 

Podemos ganhar uma recompensa pelo empenho, mas o amor não é uma recompensa. É a excitação e o prazer que duas pessoas encontram uma com a outra quando se entregam à atração que há entre elas. 

Posto que todos os relacionamentos amorosos começam com uma entrega, o seu fracasso em prosseguir decorre do fato de que a entrega era condicional, e não total, e era à outra pessoa, não a si mesma.

É condicional do que a outra pessoa satisfaça as suas necessidades e não representa uma partilha plena de si mesma. Uma parte disso fica retida, escondida, negada por causa de culpa, vergonha ou medo. Essa parte retida, raiva e ódio, é como um tumor no relacionamento, e o corrói lentamente. A tarefa terapêutica é remover o tumor."

Alegria - Alexander Lowen / Daqui.

8.11.12

Tripla comemoração!

Lavras do Sul, 04/11/2012.


Cássio, Kelen e Ricardo - os aniversariantes.


Lugar da festa!


Tudo começou de manhã. Preparativos, amigos chegando, chimarrão, caipira...


As blogueiras: Rosamaria, eu, Esther e Rosa Helena.


A alegria do reencontro, as fotos, a música, os abraços, as "coreografias"... A-do-ro!


Este texto roubei do Waguinho:
"Saldo do fim de semana “nas Lavra”: um cordeiro “hampshire” assado inteiro, uma “corriedale” com dois dedos de “graxa” nas costelas, 35 quilos de costelas e vazios de novilhas e 5 quilos de linguiça para comemorar o aniversário do Bicudo, do Ricardo e da Kelen."
Pois é. Nem são exagerados!


Cássio: assador e colecionador de facas.


Amigos queridos...


Alegria que contagia. Se multiplica.


Casais na pista.


E a festa entrou noite adentro...

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