30.6.17

Oigalê junho gelado!


Não adianta, não me acostumo com o frio! Gosto da lareira, do vinho, das lagarteadas, dos tons, mas daquele ar gelado e dias sombrios, não gosto de jeito nenhum!
E junho chegou gelando tudo, sinalizando que esse inverno não vai ser ameno... Ricardo começou a estocar lenha, para a minha alegria! Lençol elétrico de volta na cama, cobertas, roupas de lã, sopinhas, casa aquecida com o fogo na lareira e muito suco de laranja, para garantir Vitamina C!

Destaque, nas fotos: pão de casa que ganhei da Edinara e livro com a autobiografia da Rita Lee, presente da Lídia. Delícias que deixam a vida tão boa!
Ah! Observem a curiosidade dos terneiros com a minha caixa de gravetos! Adoro! Kkkk!

28.6.17

Eu acredito nisso



"Não é o amor que sustenta o relacionamento.
É a maneira se se relacionar que sustenta o amor."

26.6.17

Cavalos

Estava assistindo um vídeo quando vi esse painel. Adorei!!
Capturei a imagem, para postar no blog e não perder a ideia.

25.6.17

Em Pelotas

Peguei Kike em Bagé e fomos para Pelotas, juntinhos, botando a conversa em dia! A Lídia nos esperou na rodoviária e fomos direto para a Doceria Márcia Aquino! Meu lanche predileto: Filé no Pão Sírio e Mousse de Fatiar, de chocolate! Hummmmm!


Depois fomos ver a Elisa! Meu Deus! Está cada dia mais mimosa! Linda, querida, feliz!
Muitos cheirinhos, sorrisos e encantamento... Ela me observa e me "estranha"...
Preciso vir mais seguido!

Chimarrão e fotos no Quadrado.

Assinatura de documentos (Cartório) e rotina boa, na minha casinha de Pelotas,
pertinho dos filhos e netos e revendo amigos queridos.
Se o Ricardo também estivesse, seria perfeito!

18/06 a 25/06/2017

23.6.17

À propósito



*Trouxe do Facebook

Vai e Vem das Estações

"Quero apenas cinco coisas:
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos
Não quero ser… sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando..."

Pablo Neruda

20.6.17

Cores


Às vezes dá vontade de colorir um móvel, inventar alguma coisa, alegrar a casa...

13.6.17

Aniversário da Beatriz

Churrasquinho para comemorar o aniversário da Beatriz! 
Dia ensolarado e muitas risadas por conta da aniversariante! 
Valério, Fernanda e Carla saíram antes das fotos... 
Donairão, Ricardo, Carmem, Bolinha e eu posamos para a posteridade.

12.6.17

Quando o amor amadurece

Carpinejar


"Passou da rebentação e se tranquiliza para as braçadas. No raso, as ondas quebram e fazem o dobro do barulho. Quando encontra a afinidade, consegue boiar no olhar do outro. O mar é igual, somente se encontra mais no fundo dele.

Não há mais aquelas brigas homéricas, as discussões duram cada vez menos. Não há mais aquelas viradas sexuais de madrugada, a intimidade tem seus atalhos. Não há mais aquelas conversas intermináveis na cozinha, os horários são mais honrados. É o fim de um ciclo, não é o último capítulo do romance.

Existe uma pressão para que os casais sejam sempre adolescentes apaixonados, agarrando-se em qualquer lugar, com a ansiedade da língua entre os dentes. Mas o casal cresce e aprende a amar no silêncio, na telepatia de uma música, no sofá da preguiça, na companhia de um livro, na dança separada da rotina. O amor público e escandaloso do início torna-se privado e constante. Não é pior, nem melhor, é uma fase necessária para seguir se conhecendo. Já convivem para saber o que é certo e errado, o que deve ser dito ou não, o que causa confusão e o que traz segurança. É a experiência de antever os problemas e procurar soluções antes do choque. Suspira-se no lugar de gritar, afasta-se no lugar de implicar.

Pode sugerir que cansou e que se acostumou, pode transparecer cedência, retração e anulação de personalidade. Pois não se vê com o mesmo vigor e intensidade de antes, com a mesma selvageria do desejo. Só que a consolidação do namoro prevê exatamente a baixa da guarda e das defesas.

Quantos pares se separam por acreditar que o relacionamento se amornou? E não é verdade, os laços estão distintos, costurados em amizade e entendimento. A adrenalina da aventura é agora o respeito às diferenças.

Temos a necessidade de impor a paixão como demonstração de amor. O amor fala por si, não admite comparação. Envelhecer juntos requer a solidão a dois. Uma solidão feliz e pacífica.

É quando o casamento não divide apenas o espaço, divide o mais difícil de se repartir: o tempo."



Não tivemos brigas homéricas nem discussões, mas temos aprendido a delícia de um amor que veio para ficar...

Dia dos Namorados



Súbita delicadeza

"Sou suscetível a palavras, tons, ao modo como argumentam me abrindo os braços ou fechando o caminho das ternuras. Nasci assim, como pássaro que sente a direção do vento, a sutileza do sopro, a temperatura da brisa.

Então, em caso de amor, que me conduzam com beijos na trilha do corpo em geografia plena, com a carícia que ensina a cada poro a lição da doçura, com a umidade que fertiliza momentos que nos dão movimentos de pétalas.

Porque o amor, ainda que inserido na brevidade de um dia ou na eternidade dos séculos, existe para derreter nossas camadas de orgulho, de raiva e de impaciência, tocando nosso coração com a peculiaridade das coisas feitas para suavizar a crueza do mundo.

O amor é a passagem possível para um estágio de súbita delicadeza, desejos que se conjugam, verbo derramado com a generosidade do alimento farto.

Então, em caso de amor, não corrijam meus possíveis erros com exaltada fala ou com interpretações duras. Antes, reconheçam que aquilo que se vive por amor será, no fim de tudo, a única força capaz de reverter o imponderável encontro com o vazio, iluminando os dias passados com pequenos insigths de felicidade."

(Texto do livro "Todas as Mulheres em Mim", de Celia Musilli)




10.6.17

Gordinhas já foram moda...

"A preocupação com o ponteiro da balança está longe de ser apenas uma preocupação com a saúde. Essa neura com o peso não vem dos tempos mais remotos. Basta espiar as obras de arte dos séculos passados e ver que a figura feminina idealizada ali concentrava mais gordura do que as top models de hoje. O quadril largo, as coxas generosas, o rosto mais cheinho eram traços pra lá de valorizados nas musas.

Ainda que o padrão em si tenha mudado pra valer, a lógica por trás dele permanece. “Os padrões que aparecem ao longo da História são, como regra, acessíveis a poucos”, aponta a psicóloga Joana de Vilhena Novaes, Coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza e representante da Fundação Dove para a Autoestima no Brasil.

Quando fazer as três refeições básicas diariamente era um luxo e morrer de fome era um destino comum para as pessoas, a gordura alcançava status de privilégio. Agora, já que temos mais comida à disposição, mais jeitos de conservá-la e nossos armários ficam carregados de biscoitos, salgadinhos e similares, comer é fácil. Portanto, não é de estranhar que as modelos extremamente magras sejam colocadas em um pedestal. É mais difícil ser muito magra com tantas calorias à disposição.

O corpo magro e jovem também exige cada vez mais procedimentos estéticos e cirurgias para atingir a dita “perfeição” – ou, pra ser mais direto, exige grana, que vira mais um obstáculo. Imagina só o dinheiro necessário para bancar o 1,5 milhão de cirurgias plásticas realizadas anualmente só no Brasil, de acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética.

Mas não é essa a única explicação que surgiu para a mudança nos padrões. Uma delas veio do livro O Mito da Beleza, da jornalista americana Naomi Wolf, publicado na década de 90. A sacada dessa publicação foi relacionar o novo modelo com a emancipação das mulheres, quando tantas delas assumiram postos de trabalho e quando seus direitos passaram a ser assegurados. Em poucas palavras, Naomi defende que há mecanismos que dominam a mulher na sociedade – e, depois de se libertar de um deles, surgiu outro, o tal mito da beleza.

E daí viriam os sacrifícios todos, as dietas malucas, as técnicas cirúrgicas incrementadas a cada mês – justamente porque a sociedade passou a pregar que os malabarismos eram necessários para que as mulheres fossem aceitas. E os dados trazidos pela autora assustam, já que demonstram como, pouco a pouco, o problema avançou e tomou forma. As modelos passaram a ser 23% mais magras do que uma mulher padrão (e não mais 8%, como costumava ser, com as moças mais cheinhas)."



“Uma fixação cultural na magreza feminina não é uma obsessão pela beleza feminina, mas uma obsessão pela obediência feminina”. 
Naomi Wolf


"Qualquer mulher que desobedeça um padrão, voluntariamente ou involuntariamente, é taxada de feia, estranha ou desleixada. Afinal, o corpo da mulher está aí para ser observado." 
(Link)

Voltarão a ser?



Bruna Erhardt passou 14 anos lutando contra a balança para ser modelo.
Leia reportagem nesse link: Top tenta virar plus size.

Só para registrar

Tenho observado que, aos poucos, modelos "não tão jovens" começam a aparecer nos editorias de moda e comerciais.
São novos tempos, mais flexíveis e realistas. Ainda bem!

 

 

Estilo After 40


Blog muito interessante: Estilo After 40

 

"Muitas vezes não precisamos de nada complexo
para encontrar a verdadeira essência das coisas."

Imagens Pinterest

9.6.17

Canecas!

 

 

 

Quem resiste?

"Perfeitamente imperfeita"


"A mesa da cozinha é o coração da casa"
"Por esse motivo, nunca consegui comprar uma nova mesa, que deveria ser mantida envernizada/ lustrada/ encerada religiosamente e em perfeitas condições
Minha mesa tem valor sentimental e espero muitas outras refeições, compartilhando histórias e risos com amigos e familiares, vendo meu filho completar sua lição de casa e até mesmo sentar-se com uma xícara de chá. 

É também por isso que sempre está enfeitada com flores frescas..."





“As crises nos acordam para as coisas boas que não percebemos”.

Leitura interessante aqui.

Xô, velhice!


Aprendizado necessário. Saber como acontece e fazer diferente.
"Velhos se recusam a aprender novidades; resistem ao uso do telefone celular, usam o computador só pra jogar paciência. Obedecem a horários rígidos (almoço ao meio-dia, todo santo dia). Detestam imprevistos, mudanças. Velhos não se conformam com as guinadas que a vida dá, ficam remoendo as perdas, parados num tempo que ficou pra trás. Principalmente, interessam-se pouco pelos outros e muito por si mesmos; o que vão comer no almoço e quantas vezes acordaram à noite são temas obrigatórios de conversa.
O desinteresse pelo novo chega devagar, razão pela qual demora a ser percebido como sintoma de velhice. Primeiro, o assunto dos outros deixa de interessar, depois as atividades e os lugares perdem toda a graça, então a pessoa vai se fechando no seu mundo interior, desinteressada do que ocorre à volta.
Em qualquer idade, enquanto há receptividade para o outro, a pessoa não se sente velha, nem é vista dessa forma. Se, além de receptiva, souber buscar novas fontes de interesse, tornar-se-á capaz de criar situações e condições para o seu prazer. 
Sobreviver é arrastar-se pela vida, às vezes até contente por ainda estar neste mundo, mas sem disposição para fazer a diferença ou acrescentar algo. Viver é mudar conforme as circunstâncias, aceitar o novo ritmo, sem queixas ou resmungos, pelo prazer de gerenciar o próprio destino. Viver é procurar razões para cada despertar."
Flickr
“Nada lhe posso dar que não exista em você mesmo.
Não posso abrir-lhe outro mundo além daquele que há em sua própria alma.
Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave.
Eu ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo.”

Herman Hesse / Link
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