29.12.15

Feliz Ano Novo!

Acabando 2015

Em dezembro, com tantas viagens e dias de chuva, aproveitei pouco a nossa casinha do Galpão de Lata! A verdade é que ela ficou muito tempo fechada e a umidade tomou conta de tudo... Decidi que não havia muito o que fazer e deixei faxinas e arrumações para depois das festas... 
O calor veio com tudo e só no final da tarde nossa varanda fica fresquinha. Providenciarei cortinas! 


Lembrete



Amo muito tudo isso

Garrafão da Beatriz, toalha da Wanda, velas da Cristina, 
guirlanda da Luziana, livros de poesia da Magda, toalha da Vera.

Presentes e artes das minhas amigas queridas!
Direto para o Galpão de Lata.

Flores e velas


 

Para enfeitar.


Mesa bonita






Para alegrar.

28.12.15

"O que não fazer em 2016 para ter um bom ano novo"

Por Fernanda Young 

♦ Não repetir os mesmos erros. Ano novo, erros novos. Burrices, todo mundo faz, mas pouca gente sabe aprender com elas. Figurinhas e burrices: troque as repetidas.

 Não tirar selfie fazendo bocas que você não faz quando não faz selfie.

Não trollar os posts dos outros, aproveitando o anonimato da internet. É feio. Mais feio que qualquer foto feia. Lembre-se da lei do karma: tudo que você faz volta para você, algum dia.

 Não comprar uma coisa só porque é tendência. Tendências tendem a desaparecer rapidamente e as pessoas tendem a ficar ridículas usando tendências.

 Não mandar nude a troco de nada. O ideal seria não mandar nudes antes da pessoa ter visto você “nude” pessoalmente. E lembre-se que a internet é que nem tatuagem: depois que botou não tem como tirar.

 Não colocar a culpa de tudo nos outros. Mesmo sabendo, como nós sabemos, que a culpa de tudo é dos outros mesmo.

 Não empurrar as coisas com a barriga. Aliás, não ter barriga para empurrar as coisas seria um conselho melhor ainda, mas está provado que as barrigas vieram para ficar e barriga negativa é pura ilusão de ótica. Barrigas são positivas — apenas cuidado para não exagerar na positividade.
Não exigir demais de você. Mas também não exigir de menos.

 Não deixar que a preguiça atrapalhe seus planos. Ela vai vir, e vai tentar de tudo para te convencer, mas você tem que ser forte. Desistir é sempre mais fácil, mas a facilidade é a morte da paixão.

 Não fazer barulhos que atrapalhem a vida dos outros. Nosso mundo anda muito barulhento, cultive um pouco de silêncio. Cuidado, especialmente, com a tentação de fazer obras desnecessárias em seu apartamento. Perturbar o vizinho é sabotar a própria paz.

 Não fazer cobranças (a menos que você trabalhe no departamento de cobranças de uma empresa). Todos reagimos de maneiras diferentes às coisas, aí que está a graça da coisa. Se você espera que as pessoas reajam como você reagiria, pode se preparar para se decepcionar diariamente. Quando você cobra uma atitude de alguém, você perde a razão e uma boa oportunidade para ficar calado. Cada um tem seu jeito, e seu tempo.

 Não se levar muito a sério. Saiba encontrar a graça até na própria desgraça, ela está lá em algum lugar. Você vai ter dias bons e dias ruins, como em qualquer outro ano, então não estresse mais do que o necessário para o choppinho. Toda tragédia, depois de um tempo, vira comédia.

 Não ficar checando o celular, quando estiver com alguém. Se a pessoa com quem você está não é interessante, não esteja com essa pessoa. Aliás, qualquer pessoa ao vivo, na sua frente, é mais interessante que qualquer post interessante — basta olhar direito.

 Não ter medo de experimentar coisas novas. Por mais que você conheça, você não conhece quase nada. O mundo é absurdamente imenso, as possibilidades são infinitas. Ficar preso ao que você já conhece é se fechar para a maravilhosa imprevisibilidade da vida.

 Não se auto-sabotar. Você é o pior inimigo que você pode ter. E nosso pequeno sabotador interno se aproveita de momentos de crise para detonar nosso amor-próprio. Saiba diferenciar auto-crítica de auto-trollação.

 Não defenda ideias em que você não acredita. Seguir a opinião dos outros é a maneira mais rápida de não fazer diferença. Faça diferença, é para isso que você está aqui. Tenha a sua própria opinião, é saudável e grátis.

 Não guarde rancor. Se tiver algum guardado, recicle. Rancor reciclado se transforma em energia.

 Não vacile com os outros. As pessoas contam com você e vacilar com elas seria péssimo. Dê o melhor de você em tudo, é a melhor receita para não ter insônia de noite.

 Não engula sapos. Sapos tem glúten, mesmo os orgânicos, com sotaque de Minas. Sabe aquela gosma em volta dos sapos? É gordura-trans. Sapos engolidos triplicam o colasterol. Enfim, invente qualquer besteira como essas, mas não engulam sapos. Não mais. 

 Resumindo, a principal coisa para não fazer em 2016 é 2015.



Imagem Pinterest.

Que venha o novo ano!






"Ao sair de Sodoma a mulher de Ló foi aconselhada a seguir em frente sem olhar para o que deixava… Sem resistir, olhou para trás e se tornou pedra… Petrificamos quando não sabemos abandonar velhos caminhos e quando não desistimos da premissa de que só vale apena acordar para vida se o destino trouxer um momento príncipe, que nos daria o beijo de uma realidade encantadora.

A partir dessa premissa do sentir absoluto, foram desenvolvidas tecnologias cada vez mais avançadas para nos estimular, para nos distrair. Tudo hoje nos é oferecido para nos colocar numa alta frequência de ativação cerebral, o que gerou uma incapacidade de se desconectar e desacelerar para dormir.

Deita-se em estado de meio dia… Acorda-se exausto, pois o relaxamento cerebral absoluto se tornou cada vez mais difícil de ser atingido.

Portanto ao invés de buscar os prazeres intensos permanentes, que tal criar em si, o Saber Viver os prazeres nas suas auroras, nas suas plenitudes e nos seus crepúsculos?

Enfeite seus pensamentos desta versão de prazer… Por vezes, menos é mais…

Menos expectativas e mais saber ser para construir o Ano que Vale a Pena ser Vivido.

O Ano do Intenso Prazer de Saber Ser."

Aniversário do Didi



Ele mora no meu coração!
Que seja muito feliz, sempre!

Antes e depois

2009 / 2015
Colagem feita pelo Pedro.

Nosso Natal





♥ ♥ ♥

20.12.15

A comemoração!

Direito & Psicologia





Formatura da Lídia

Psicologia 2015


Missa da Formatura

Psicologia/2015




Como não admirar?


      

Alface, rúcula e...

Fiz uma seleção de saladas para inspirar:

Queijo, maçã e tomate cereja.

Camarão, queijo de coalho, manga, castanha de caju e tomate cereja.

Camarão, salmão, palmito, queijo minas, croutons e tomate cereja.

Muçarela de búfala, tomate seco, azeitona preta, manjericão, croutons e tomate cereja.

Abóbora assada, amêndoas caramelizadas e lascas de queijo parmesão.

Figos frescos, parma, tomate cereja e parmesão.


Outras combinações?
- Manga, queijo branco, granola e molho de iogurte
- Palmito, tomate seco, azeitonas verdes e pretas
- Com molho Caesar, feito à base de maionese, parmesão e creme de leite



Boas ideias:
"Para uma salada ficar bem interessante, saborosa e apetitosa aposte em quatro dicas:
1. Misture texturas: adicione algo crocante como croutons, nozes, castanhas, granola...
2. Misture sabores: que tal colocar um toque doce em sua salada? Acrescente frutas como manga, pêssego, morango, figo ou misture folhas mais amargas como a rúcula e o radiccio ou elementos bem salgadinhos como parma ou queijos...
3. Colorido: a gente também come com os olhos. Então, misture diferentes folhas (tons de verde e roxo), tomates coloridos, cenoura, beterraba... use a imaginação.
4. Aposte em diferentes molhos. Um bom molho a base de iogurte com ervas frescas ou vinagrete levanta qualquer salada." (Dicas do "Uma Pitanga na Cozinha)


Para encerrar, uma salada que fiz no Natal de 2011:


Com pepinos, azeitonas, cogumelos, cubos de queijo, minimilho, tomate, nozes...


15.12.15

Figos!





Salada com figos e rúcula

Ingredientes:
1/2 molho de rúcula lavada
1 figo maduro, porém firme
40g de lascas de queijo grana padano
20g de fatias de presunto de Parma
20ml de mel
20ml de azeite extravirgem
Modo de preparo

Como fazer:
Tempere a rúcula com azeite e disponha no prato.
Distribua uniformemente as fatias de presunto de Parma e grana padano.
Corte o figo em quatro pedaços e acrescente na salada.
Regue com o mel e sirva.



Saber "ouvir"

"As conversas construtivas dependem da capacidade dos parceiros sentimentais ouvirem com atenção e respeito as frustrações e mágoas do outro.
Quem quer ter um elo conjugal longevo e gratificante tem que se preocupar com o seu próprio bem-estar, assim como com a felicidade do amado.
Nosso parceiro sentimental é alguém que admiramos; o mais sábio é prestar atenção e levar em conta seus argumentos e pontos de vista.
Ouvir o que o amado está dizendo sem prejulgar é uma arte a ser cultivada: respeitar, de fato, opiniões divergentes é o que nos faz crescer.
Aqueles que querem se entender não se exaltam e nem brigam por força de diferenças de opinião: agem com delicadeza e cuidado com as palavras.
Os que gostam ou necessitam das brigas ouvem o parceiro; mas, ao mesmo tempo buscam os argumentos para "derrubar" aquilo que está sendo dito.
Os que gostam de brigar não estão interessados em se aproximar das boas soluções; estão numa luta e o único desejo é o de saírem vencedores.
É triste acompanhar o que se passa com um casal que está brigando em torno de alguma diferença: não se presencia um diálogo e sim um duelo!"

Flávio Gikovate


Sobre o vídeo

Publiquei o vídeo "Nossos Dias" no Facebook e recebi muuuitos comentários carinhosos!!
Então, para agradecer, escrevi o seguinte:

É tanta notícia ruim, na TV, é tanto bate-boca virtual sobre impeachment, Dilma, Cunha, corrupção, decadência da classe política, das instituições, da educação, é tanta violência, é tanto stress, no trânsito, tanto lixo, pelas ruas, tantas cobranças, tanta coisa para fazer, que, quando fecho a porta da minha casa, não quero que nada disso faça parte da minha vida. Dentro dela escolho ser feliz, me sentir segura e em paz... Não porque seja alienada ou viva num mar de rosas, mas porque mereço cultivar coisas que me façam bem.
Gosto da minha vida, minha rotina, do cheirinho de café, barulho de passarinho. Gosto de olhar para o Ricardo e sentir que ele compartilha desse jeito simples de viver e se empenha em ser  o melhor parceiro, dar o melhor abraço, ser puro carinho, compreensão. Companhia adorável, bom papo, divertido, bom ouvinte! Tem sido muito bom o tempo que passamos juntos e sinto muita falta dele, quando estamos longe, como nos últimos dias.
Alegria foi feita pra ser compartilhada, penso eu. Se gostaram do nosso vídeo, fico feliz. Valeu a pena publicar.
Obrigada pelo carinho!

13.12.15

Mate



"La ceremonia del mate
No es como la reconocidísima "Ceremonia del Té" en Japón, pero tiene encanto. Cuando lo tomamos solos no ayuda a pensar, a meditar, a generar grandes ideas, a tomar decisiones.... y cuando estamos con afectos o compañeros el vinculo se fortalece.
Y este "amigo" no respeta "fronteras": el campo, la casa, la oficina, el negocio, la carpa... y así bajo la sombra de algo tan simple se delinea parte de nuestra personalidad, parte de nuestra tradición."

"A cerimónia do mate
Não é como a reconhecidíssima "cerimônia do chá" no Japão, mas tem encanto. Quando tomamos sozinhos nos ajuda a pensar, a meditar, a gerar grandes ideias, a tomar decisões.... E quando estamos com afetos ou colegas o elo se fortalece.
E este "amigo" não respeita " fronteiras ": o campo, a casa, o gabinete, o negócio, a carpa... E assim, sob a sombra de algo tão simples se delinea parte da nossa personalidade, parte da nossa tradição."


"Quanta coisa ela me disse
não dizendo quase nada
Quanta coisa ela entendeu
da minha boca cerrada"


A poesia do sul, nas palavras de Aureliano de Figueiredo Pinto.

"Quem não se envolve não se desenvolve..."

 "Freud ajudou a atrapalhar mostrando o quanto nós escondemos de ruim; mas é fácil ver que nós escondemos também tudo que é bom em nós, a ternura, o encantamento, o agrado em ver, em acariciar, em cooperar, a gentileza, a alegria, o romantismo, a poesia, sobretudo o brincar - com o outro. Tudo tem que ser sério, respeitável, comedido - fúnebre, chato, restritivo, contido..."


"Carícias... 
Envolvência (quem não se envolve não se desenvolve)
Ondulações, admiração, felicidade...
Alegria em nós - eu e os outros." 



Frases do Gaiarsa, deste artigo.
Bela leitura!

"A vida exige coragem. E amar exige generosidade."

Li o seguinte artigo e fez muito sentido, para mim. Acho que pode fazer a diferença, em todas os tipos de relações, por isso o transcrevo aqui:



"O psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso dos relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são generosidade e bondade.

John e Julie criaram o “The Lab Love” (O Laboratório do Amor) e levaram 130 casais para seu laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes.

Os casais que pertenciam ao grupo “desastres” ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.

Perguntas como: “Você viu aquele pássaro?” podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois.

Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro.

Os “mestres” escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais.

Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de “mestres” preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais “desastres” constroem um ambiente baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.




Generosidade e bondade

Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

John e Julie Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, concluíram que casais do grupo “desastres” ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os “mestres” apresentavam passividade, relaxamento e tranquildade ao conversarem.

E você? A qual grupo pertence?"


"O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo."


Link / Fotos

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Leia, também Amar exige generosidade, do Ivan Martins:

"Cada pessoa que escolhemos nos faz um tipo de exigência subjetiva. Às vezes elas são simples – como namorar e ter uma vida leve, parecida com a nossa própria. Outras vezes as escolhas são menos óbvias – como ao amar alguém que traz uma dor, ou uma carga ser partilhada."

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Para concluir, frase do Flavio Gikovate:

"Maus casamentos geram divórcios ruins!"

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Desapegar é um aprendizado

"Livrar-se de tudo aquilo que não gosta mais ou está sem uso. Menos correria e complicação no dia-a-dia e mais tempo para gastar no que realmente importa. Desapegar está em alta. Vale a pena se questionar quantas compras impulsivas e desnecessárias são feitas ao longo do ano e quanto dinheiro é desperdiçado em coisas que se acumulam e atrapalham o fluxo da energia em casa. Desapegar é necessário para manter a organização e o minimalismo, em prol de uma vida mais simples."



Trouxe do site da Casa Abril, oito perguntas para fazer a si mesmo na hora de se livrar do acúmulo. Dê respostas sinceras e comece a praticar o desapego!

1. Eu usei isso no último ano?
Se a resposta for não, é hora de desapegar.

2. Se eu fosse fazer compras agora, iria comprar isso?
Se você não compraria, não guarde.

3. Não jogo isso fora porque não quero desperdiçar dinheiro?
Pense nisso: você desperdiçou dinheiro ao comprar algo que não usa.

4. Estou guardando isso por valor sentimental?
Seja rigoroso e tenha uma caixa de recordações pequena para guardar alguns itens. Se preferir, tire uma foto das coisas que for jogar fora, assim que você pode guardar para sempre.

5. Eu tenho outro item com a mesma finalidade?
Se sim, então se livre de um deles.

6. Eu tenho um plano realista para usar isso?
Tenha um plano concreto e com prazo para usar o item. Se não usar dentro desse prazo definido, jogue fora.

7. Isso me serve? Combina com a minha casa?
Pense bem sobre o que manter - o seu espaço é sagrado. Você pode amar as peças, mas se a roupa não serve mais ou o item só ocupa espaço, desapegue.

8. Se eu consertar esse item quebrado, vou usar?
Conserte agora. Ou se não consertar nas próximas duas semanas, jogue fora. Durante o processo, pode aparecer um bloqueio sobre o desapego, e isso é normal. Mantenha o foco e aproveite esse novo hábito que, com a prática, fica cada vez mais fácil de executar.

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Trechos de "Detox", da Martha Medeiros


"A casa de todos nós é impregnada de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Pois crescemos, viramos gente grande, logo está na hora de dizer: xô, tranqueiras.

É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, nos sentimos mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Se bobear, até a saúde melhora: bye bye ácaros, traças, cupins e aedes aegypti (água parada também é lixo)."


"Escutei outro dia, em algum lugar, que existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente lotado de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, óbvio, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve pra nada, a não ser para obstruir as artérias."

10.12.15

Contagem regressiva!

Está chegando o dia da (2ª) formatura da Kika!

O que ela disse sobre essa segunda faculdade:

"O Direito traz rigidez objetiva constitucional, a Psicologia flexibiliza subjetivamente. O Direito me apresentou a hermenêutica jurídica, e a Psicologia a fenomenológica. No Direito somos cartesianos e na Psicologia somos holísticos. O Direito diz como é o “dever ser” e a Psicologia mostra como é o “ser”. O Direito regra e a Psicologia faz sentir que cumprir ou exigir a regra é relativo: muitas vezes, estar em paz é a melhor "escolha errada" que se pode fazer. Ainda bem que a Psicologia Jurídica vem se ampliando e trazendo um maior diálogo entre essas duas ciências tão humanamente apaixonantes, admiráveis e complexas. 
Hoje concluí a graduação em Psicologia, com um assunto da Psicologia Jurídica: Alienação Parental. Obrigada a todos que fizeram parte desse momento!!! Fiquei cansada, nervosa e ansiosa, os últimos dias foram uma correria sem fim. Agora que passou, o sentimento é um só: muito orgulho de fazer parte dessa grande família ATP2015/02! Que venha o dia 19!"


Formatura do Henrique!


Estou muito encantada com o formando mais amado do mundo! 
Querido, cheio de amigos, aprendendo coisas importantes que vai saber usar pelo resto da vida!
Que muitos momentos assim venham pela frente!

Pelotas, 09 de dezembro de 2015.
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